Sexta-feira, Abril 25, 2008

Foi bonita a festa, pá



ESTA É A MADRUGADA :

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo

Sophia de Mello Breyner Anderson


Quinta-feira, Abril 17, 2008

Vamos correr com o "Orelhas" !!!




Um grupo de adeptos indígnados pela situação de crise profunda a que se encontra o Sport Lisboa e Benfica decidiu convocar uma manifestação em frente ao Estádio da Luz, no SÁBADO, DIA 19 DE ABRIL DE 2008, pelas 15h00, para todos os adeptos que desejam uma marcação de eleições antecipadas. Após várias promessas e de falta de um projecto concreto, com mudanças constantes de treinadores, jogadores e perda de títulos, achamos que está na hora da VERDADEIRA mudança neste grandioso Clube do SL Benfica antes que seja tarde e não voltar a termos esta situação para a próxima época.

Agradecemos desde já a sua presença e que façam circular esta mensagem ao máximo de adeptos possível, por via e-mail, sms ou de boca a orelha. Não se limite a criticar, vamos agir para o bem do nosso GRANDE CLUBE!!!!

Ajuda nos a fazer uma previsão, e mande uma mensagem a dizer "eu vou" para benficamudanca@gmail.com

Quarta-feira, Abril 16, 2008

Apelo público

Ó Vieira, importas-te de ir prá puta que te pariu ???

Inquietações

Se os filhos dos emigrantes são os luso-descendentes, os pais dos mesmos emigrantes serão os luso-ascendentes ?

Segunda-feira, Abril 14, 2008

Transgenderismo

Como sabem em termos sociais sou muito liberal ou tolerante ou o que lhe quiserem chamar (já em termos económicos sou ultra-conservador).
Defendo a igualdade total de direitos entre hetero e homosexuais, incluindo casamento e adopção.
Mas...há sempre um mas, o meu liberalismo social tem certos limites, neste caso a transexualidade já ultrapassa esse limite.
Quero deixar claro de que se alguém deseja mudar de sexo deve ter o direito de o fazer, portanto nada de proibições ou censuras, mas tendo dito isto, a verdade é que considero a transexualidade um desvio de foro psicológico.
Uma pessoa que se sente tão mal com o seu próprio corpo e sexo ao ponto de querer se sujeitar a uma mutilação para se transformar numa pessoa de sexo oposto, só pode ter disturbios psicologicos. Um pouco como acontece com quem sofre de anorexia ou bulimia, ou ainda aqueles fanáticos do culturismo ou os fanáticos das operações plásticas.
Uma pessoa deve-se sentir bem com o seu próprio corpo, por mais imperfeito que possa ser.
Compreendo que um homem ame e goste de fazer sexo com outro homem, mas para que precisa de uma vagina ??? E uma mulher que ame outras mulheres, quer um pénis, para ???
Que sentido faz isto ?
Não é melhor ser-se o original de algo, por mais imperfeito que seja, do que nunca ser mais do que uma imitação ?

Sexta-feira, Abril 11, 2008

A verdade vem sempre ao de cima

Caso Joana: elementos da PJ torturaram Leonor Cipriano - ACED

Uma investigação da Associação Contra a Exclusão pelo Desenvolvimento (ACED) concluiu que existiu um crime de tortura perpetrado por agentes da Polícia Judiciária sobre Leonor Cipriano, condenada pela morte da filha Joana, em Portimão.
A investigação foi conduzida por Marcos Aragão Correia, jurista da ACED, que se dirigiu no dia 08 deste mês ao Estabelecimento Prisional de Odemira para falar com Leonor Cipriano, que ali cumpre uma pena de prisão de 16 anos e oito meses.

O relatório da investigação, divulgado hoje, refere que Leonor Cipriano “manteve, de forma convicta e emocionada, que não teve qualquer intervenção na morte da sua filha Joana, da qual desconhece o paradeiro desde o dia 12 de Setembro de 2004”.

De acordo com o documento, na fase da investigação ao desaparecimento da criança, Leonor Cipriano foi sujeita a um interrogatório nas instalações da Directoria de Faro da Polícia Judiciária (PJ), onde os inspectores a persuadiram “a confessar o que queriam”.

Segundo o relato de Leonor Cipriano, os inspectores da Polícia Judiciária colocaram dois cinzeiros de vidro no chão e obrigaram Leonor a ajoelhar-se sobre eles.

“Não permitiam que ela se levantasse até confessar. Leonor relata as dores de ter permanecido horas naquele estado” e mostrou ao jurista da ACED “as cicatrizes nos joelhos”.

“São linhas brancas em ambos os joelhos que comprovam que foi vítima de tais sevícias, ou ao menos muito semelhantes”, lê-se no relatório.

“Constatando a inutilidade do procedimento, os inspectores da PJ sentam Leonor numa cadeira e metem-lhe na cabeça um saco de plástico verde, de supermercado. Aos gritos, tentando forçar uma confissão falsa, os inspectores começam a agredir Leonor na cabeça com um tubo de cartão duro, utilizado normalmente para enviar documentos enrolados por correio. O tubo, bastante duro, e manuseado com bastante força contra a cabeça de Leonor, provocou-lhe hemorragias que desceram até aos olhos”, prossegue o documento.

Leonor Cipriano contou que, “se tentasse tirar o saco da cabeça, era imediatamente agredida nas mãos. Os inspectores gritavam sempre que ela só sairia dali viva se confessasse. Alternavam estas agressões físicas com outras formas de tortura. De vez em quando levantavam Leonor, algumas vezes mantendo o saco, outras sem o saco. Quando em pé, começavam a lhe dar fortes socos e pontapés nos lados das costas”.

Segundo o jurista, “isto repetiu-se inúmeras vezes. A tortura durou dois dias. Leonor diz que tinha medo de morrer ali. Por isso assinou, sem sequer ler, o que eles queriam que ela assinasse”.

A investigação indica ainda que Leonor Cipriano tentou identificar, a pedido do Ministério Público, “os inspectores que a torturaram”.

“Leonor apenas foi capaz de afirmar com certeza absoluta que Gonçalo Amaral, então coordenador do DIC [Departamento de Investigação Criminal] de Portimão, esteve presente durante o interrogatório, assistindo às torturas de forma perfeitamente complacente, porque todas as vezes que teve os olhos destapados e era agredida ele lá se encontrava, andando de um lado para outro, sem nunca ter tentado impedir as torturas levadas a cabo pelos seus subordinados”.

"Na posse da falsa confissão", os inspectores - adianta o relatório - "avisaram Leonor para que dissesse ao médico e ao estabelecimento prisional que se tinha atirado das escadas abaixo na Directoria de Faro da PJ, a fim de tentar o suicídio".

Aragão Correia refere no relatório que também falou com a directora do Estabelecimento Prisional de Odemira, Ana Maria Calado, que lhe afirmou que "ficara chocada com o estado em que Leonor entrara" na cadeia.

Ana Maria Calado assegurou que as "nódoas negras, hematomas e contusões", na cara, cabeça e costas de Leonor, "indiciavam claramente agressões violentas e nunca uma simples queda por uma escada abaixo".

O relatório acrescenta que Ana Maria Calado "estranha ainda o facto de a PJ ter escolhido os dias de interrogatório exactamente coincidindo com a sua semana de férias", alegando que, "se estivesse em trabalho, nunca teria permitido o comportamento da PJ de ir buscar Leonor às 6 horas da manhã e devolvê-la pela meia-noite, sem que houvesse um pedido formal da Direcção da PJ".

Quanto ao irmão João Cipriano, igualmente condenado pela morte de Joana, Leonor disse ao jurista Aragão Correia que "também ele foi torturado separadamente", segundo o mesmo lhe relatara.

Para a ACED, “é inadmissível que agentes da autoridade continuem a usar de métodos medievais para arrancar confissões a todo o custo, mesmo que falsas, fazendo lembrar a máxima de um inquisidor de há 600 anos atrás que admitia que se fosse preciso até fazia o Papa confessar que era feiticeiro”.

“Estes comportamentos de agentes de órgãos de polícia nacionais são altamente lesivos da imagem de Portugal, que se assume como Estado de Direito moderno, membro da União Europeia e defensor dos Direitos Humanos, e devem ser exemplarmente reprimidos sob pena de descredibilizar ainda mais a confiança dos cidadãos no sistema judicial português”, escreve o jurista.

Para a ACED, este é “um crime com especial censurabilidade moral e legal, nos parâmetros do Estado de Direito democrático que Portugal constitucionalmente consagra, sob pena de o nosso País voltar a ser classificado, nacional e internacionalmente, como País fascista, como já tem sido insinuado em alguma imprensa estrangeira”.

Cinco inspectores da Polícia Judiciária acusados pelo Ministério Público de estarem relacionados com alegadas torturas a Leonor Cipriano foram no dia 22 de Fevereiro pronunciados para julgamento.

Três dos elementos da PJ são acusados de crime de tortura, um outro inspector é acusado de não ter prestado auxílio e omissão de denúncia e um quinto elemento é acusado de falsificação de documento.

O advogado de quatro dos arguidos, António Pragal Colaço, em declarações então à Agência Lusa, esclareceu que, relativamente ao crime de tortura, estes são acusados de "terem congeminado para que terceiros não identificados tivessem batido" em Leonor Cipriano, ou seja, foi-lhes atribuída a autoria moral e não material do crime.

Além de quatro inspectores da PJ de Lisboa, o Ministério Público entendeu também acusar o ex-coordenador da Polícia Judiciária de Portimão, Gonçalo Amaral, de não ter denunciado o caso.

Tal como o seu irmão, João Cipriano, Leonor Cipriano foi condenada a 16 anos de prisão pela morte da sua filha, Joana, em Figueira, concelho de Portimão. Joana, na altura com oito anos de idade, desapareceu no dia 12 de Setembro de 2004.

Leonor e João Cipriano foram condenados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O tribunal atribuiu a Leonor Cipriano um "comportamento socialmente desviante, instabilidade emocional e agressividade", afirmando que a sua personalidade se caracteriza por "ausência de empatia e insensibilidade, o que leva ao desprezo da arguida pelos direitos, necessidades e sentimentos dos outros".

Diário Digital / Lusa


11-04-2008 20:00:30

Para quê ??? Paraguaio !

É impressão minha ou o Oscar "9 Milhões de tostões" Cardozo abandonou o jogo chateado por estar a ser assobiado ?

Ah! Ganda Benfas! Sempre a bombar!

Quinta-feira, Abril 10, 2008

Linda, linda, esta balada que te dou...

The Famous Glasgow Rangers

As I was walking doon the Copland Road,
I met a bunch 'o' strangers,
They said to me, you going to see,
The famous Glasgow Rangers.

So I took them up to Ibrox Park,
To see the flags unfurl,
After that display they had to say
They're the champions of the world.

Some people they sing songs about
The land that they adore
And some of how they fought and won
Their countries greatest wars,
Some others still seem quite content
To use another theme,
But I can sing a song about
A famous football team

As I was walking doon the Copland Road,
I met a bunch 'o' strangers,
They said to me, you going to see,
The famous Glasgow Rangers.

(se não fosse o Sporting já tinha deixado de gostar de futebol)

Quarta-feira, Abril 09, 2008

Blindness

Já está disponível na net o trailer da adaptação cinematográfica do "Ensaio Sobre a Cegueira".
Julgo que é a primeira vez que um livro de um escritor português é levado ao cinema por Hollywood.
É o livro mais angustiante que li até hoje.
Vamos ver como o Meirelles lhe conseguiu dar imagem, o elenco pelo menos promete.



O blog do realizador/filme

Terça-feira, Abril 08, 2008

Já chegaram

Sábado, Abril 05, 2008

Radio Macau - Cantiga de Amor



Video não oficial.